CBRu contrata técnico Neozelandês para a Seleção Brasileira Feminina de Rugby Sevens

Reuben Samuel, ex treinador assistente das Black Ferns, é a nova aposta do Rugby feminino.  Jacob Mangin se destaca na CBRu e assume como técnico responsável pelo Sevens masculino.

Jacob Mangin

 A modalidade de sevens ganhou maior notoriedade no Brasil, após sua estreia nos jogos Rio 2016. Após o período olímpico, a Confederação Brasileira de Rugby segue com seu plano de crescimento no esporte e anuncia os novos técnicos das Seleções Brasileiras Feminina e Masculina da modalidade.

Reuben Samuel é a nova aposta para conduzir as meninas da Seleção no Circuito Mundial de Rugby Sevens, que se inicia no mês de dezembro, em Dubai. Reuben traz na bagagem a experiência como técnico assistente das Black Ferns, a versão feminina dos All Blacks na Nova Zelândia, e deixa o posto de Head Coach da divisão feminina na União de Rugby de Waikato, também na Nova Zelândia, para assumir o novo desafio no Brasil.

“Estou muito empolgado com essa oportunidade. A experiência de trabalhar e morar em outro país, de conviver com outra cultura, será algo que vai mudar minha vida. Sei que já estão trabalhando duro e meu comprometimento será de levar o esporte para um novo estágio”, afirma o técnico. “Existem algumas ótimas iniciativas no Brasil e estou feliz em poder fazer parte disso. Vou dar o melhor para que tenhamos sucesso”, completa referente à estratégia para o programa feminino, dos clubes até o alto rendimento.

Já a Seleção Masculina de Sevens fica aos comandos de Jacob Mangin, também neozelandês, que já integrava a equipe técnica da CBRu como auxiliar da modalidade XV, desde 2013, e acumulará agora as duas funções. Jacob tem passagem por importantes clubes brasileiros e ganhou o prêmio de Melhor Treinador de Rugby XV pelo Troféu Brasil Rugby 2015, premiação anual da CBRu que visa dar destaque a todos aqueles que se sobressaíram dentro do âmbito desse esporte nacionalmente ao longo do último ano. 

“Ambos foram escolhidos depois de um intenso processo seletivo que teve profissionais de todo o mundo participando. Nos baseamos na expertise e na metodologia de trabalho para selecioná-los. Além de treinar as suas seleções, deverão supervisionar a detecção e desenvolvimento de talentos nos diferentes Centros de Alto Rendimento espalhados pelo Brasil e também colaborar com outras seleções nacionais”, diz Agustín Danza, CEO da CBRu.

Para Danza, os Jogos Olímpicos foram um passo fundamental no planejamento da CBRu, que visa ter uma performance de alto nível em Tóquio 2020. “Conseguimos atingir nossos objetivos no Rio 2016 com a classificação da Seleção Feminina para o Circuito Mundial Feminino como membro permanente, o que nos fornecerá a base de torneios internacionais de relevância para poder continuar desenvolvendo o time no mais Alto Rendimento para chegar em máxima força nos Jogos de Tóquio 2020”, completa o CEO.

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